Entre o acaso e o diálogo, percorri a ilha de Cuba durante quatorze dias, em janeiro de 2025.
Este trabalho nasce da experiência vivida e se constrói por meio de imagens que atravessam o cotidiano, revelando a força silenciosa de um povo que sustenta dignidade e alegria no olhar e coragem mesmo diante da adversidade.
Ao longo do percurso, reconheço uma afinidade que transcende o idioma e os contornos da história. Como latino-americano, compartilho com Cuba a resistência como instinto, a invenção como caminho e uma forma intensa de estar no mundo — onde até o silêncio carrega memória e esperança.